Livros de Agosto

Em 02.09.2015   Arquivado em Livros

Eu sei que estou em falta aqui, mas vem acontecendo muitas coisas na vida, mudanças (boas!) e outras coisinhas que me atrapalharam um pouco de estar mais presente aqui. Mas pretendo me redimir. Nada como um início de mês para tentar fazer tudo novo (de novo!).
Nessa bagunça toda, acabei não atualizando muito os livros que venho lendo, não os abandonei não…mas vou voltar direto do mês de agosto mesmo. Se alguém do lado daí tiver Goodreads,  e quiser acompanhar em “‘tempo real” pode me adicionar lá. Descobri por uma indicação em um comentário e super me adaptei a rede social mais útil da vida. Enfim, vamos aos livros…


A viagem do Peregrino da Alvorada, por C.S. Lewis

Fiquei um pouco lerda nas leituras de Crônicas de Nárnia. Não desgostei, longe disso, mas dei uma enjoada com o universo da história. Meu amor pela série continua firme e forte, e por isso mesmo resolvi dar uma variada nos livros, para esse amor não ser afetado. Tipo quando a gente coloca a música favorita nos despertador e passa a odiar, para não correr esse risco, resolvi ler mais de outras coisas também.

A história conta a saga de Lúcia, Edmundo e Eustáquio de volta a terra de Nárnia e agora a bordo do navio Peregrino da Alvorada, numa viagem cheia de aventuras e contratempos. Nesse meio tempo eles encontram com o Grande Leão, e para mim, em todas as crônicas essas parte dos encontros com o Leão são sempre as mais legais. Por causa disso eles acabam que mudar o rumo da viagem em direção ao fim do mundo. É muito bacana toda a descrição de como é o fim do mundo e também como os seres de nárnia acham incrível o fato de o mundo de Lucia, Edmundo e Eustáquio ser redondo, já que eles mesmos não sabem se o mundo é redondo ou plano, ou o que podem encontrar indo em direção ao fim do mundo. Enfim…ótimos diálogos, muita descrição de um mundo que não existe mas que te convence pela escrita.

Acho legal falar que todas as crônicas são relativamente curtas, com aproximadamente 100 páginas cada uma. Mas é incrível como o autor consegue ser tão denso em cada crônica. Como se já não bastasse inventar todo um mundo novo, e esse mundo com seus detalhes, suas regras, seus desdobramentos específicos de cada história. As histórias se desenvolvem em momentos históricos diferentes, então a cada história existe uma problemática diferente do mesmo universo. Não sei se estou conseguindo passar toda a relevância disso através do post, mas é que isso é muito louco, e ver que o autor é fiel a sua própria história é muito bacana. Fora, toda a genialidade dos desdobramentos em cada momento, só me faz admirar mais C.S. Lewis. <3

Garota Online, por Zoe Sugg

YA da blogueira inglesa mais famosa de toda a internet, Zoella. Gosto dela como blogueira e isso me levou a ler o livro.

A história é o típico drama adolescente, da garota desastrada, não popular, sem namorado, com um melhor amigo compreensivo, com direito a todo o desdobramento típico adolescente onde todas essas coisas se resolvem magicamente. Preguiça. Mas a leitura é fácil e não é tão longo, então dá para passar o tempo. Mas não é o tipo de leitura que vai mudar sua vida.

A menos queeee….Você seja um adolescente! Acho que seria o tipo de livro que eu iria amar se fosse mais nova porque adolescentes são assim né…clichês, desastrados e muitas coisas se resolvem como se fosse mágica. Então foi apenas um desencontro de épocas, a história é bacana (olhando como adolescente), os personagens e cenários também são interessantes. Além de alguns assuntos sérios, que são tratados no livro e que são conduzidos de uma forma muito leve, mas sem amenizar sua importância. E esse, ao meu olhar, é o ponto alto do livro.

Divergente, por Veronica Roth

Fui ler divergente, porque está demorando muito para Novembro chegar e nesse momento me encontro orfã de “Jogos Vorazes”. Com isso, já que falam tanto que “Divergente é o novo Jogos Vorazes”, achei que poderia ir lendo os liros para acalmar meu coração. Não, não é o novo Jogos Vorazes. Superado isso podemos passar para o próximo tópico.

Sob o bordão “Uma escolha pode te transformar”, Divergente trata de um universo distópico, onde num futuro próximo Chicago se encontra dividida em 5 facções e todos os anos os jovens precisam decidir a qual delas pertencer. É nesse momento que começa a história e passamos a acompanhar a escolha de Beatrice e a partir daí tudo se desenrola, com grandes revelações e consequências graves. Não quero me estender muito na sinopse, porque qualquer pequena informação já é sim um spoiler, então se você ainda não leu o livro, não leia nenhuma sinopse (!), a maior parte delas contém spoilers.

A leitura é muito fácil e de fato o livro te prende. A história é bem construída em 90% do livro e estava gostando muito até que chega um momento que seria o ponto alto do livro. Daí o motivo que faz tudo degringolar me pareceu um pouco manipulado (literalmente, rsrs) e bobo. Fiquei completamente desanimada com isso e quase desisti do livro. Mas como estava quase no final, e levando em consideração que o restante do livro é bem bacana, continuei, mas decidida a não ler mais a trilogia. Claro que essa minha decisão falhará, até porque apesar desse detalhe o livro é ótimo, bem construído, com personagens bons e tudo mais. Fora que eu tenho uma formiga dentro de mim que não consegue me deixar com uma série incompleta e enquanto eu não terminar vou ficar me coçando. Então provavelmente mês que vem teremos Insurgente nessa lista.

É isso pessoal, espero que tenham gostado.
Beijos e até a próxima!

 

Inspiração: candy colors na Decor

Em 04.08.2015   Arquivado em Interiores

Depois de um hiato de duas semanas em falta por aqui, venho hoje me redimir com uma seleção de ambientes decorados com elementos em candy colors, ou os famosos tons pastel.

Esses tons se caracterizam pela baixa saturação na cor, fazendo com que qualquer cor possa se transformar em candy. Uma das vantagens de usá-las nos ambientes é que dá para misturar cores variadas sem ficar over. Mesmo com muitas cores diferentes, quando elas são apresentadas dessa forma, a sensação que passa é que tudo é “mais calmo” e não agride o olhar.

Não sei porque mas acho que essas cores combinam muito com cozinhas, mas vou deixar algumas inspirações de diversos ambientes assim.



Agora ou dar dois exemplos de blogueiros brasileiros que usaram os tons pastel muito bem em seus ambientes. O primeiro é o Math, que é o divo das candy colors na blogosfera e em seu home office não foi diferente.

E por último, mas não menos importante, o quarto da Melina Souza, que é uma inspiração em cada detalhe, inclusive no tema tons pastel. Para ver mais, ela fez um room tour recentemente e mostrou outros muitos detalhes de encher os olhos.


É isso pessoal, espero que tenham gostado e se inspirado.

Beijos, até a próxima!

 

Home do dia: um apartamento nórdico

Em 09.07.2015   Arquivado em Home do dia, Interiores

Eu acho que casas nórdicas são sempre uma boa fonte de inspiração para a galera de vinte e poucos anos, assim como eu. Móveis soltos, sem muita marcenaria elaborada, já que normalmente não temos um lugar fixo para morar. Elementos neutros e poucos, já que ainda não acumulamos muitas coisas e de acordo com argumento anterior provavelmente não temos lugar fixo para morar. Sem muitas regras, parece sempre que os móveis e objetos chegaram e ficaram ali, sem muito esforço para ficar harmônico, com a possibilidade de amanhã talvez estar tudo diferente. São ótimas referências para quem está numa fase da vida, onde nada é muito certo, e é claro que a casa acaba refletindo isso.

Ao mesmo tempo é muito engraçado como uma estética que parece tão simples, às vezes é tão difícil de alcançar. Eu já expliquei um pouco de como alcançar um estética all white num dos meus primeiros posts, aqui. Mas esse é apenas um dos elementos que compõem esse estilo, que um dia será assunto para um post inteiro, rsrs.

Enquanto isso, sempre é válido ver muita muita muita inspiração. Hoje eu trago um apartamento nórdico de 39m², onde sala e quarto dividem o mesmo ambiente, mas o “mar de branco” do ambiente faz tudo parece maior.



Todos os ambientes do apartamento tem o branco como cor predominante e logo depois o preto. Ou seja, tudo muito neutro, muito difícil de errar. Tem até um pufe colorido na sala de estar, o que parece até um toque brasileiro, já que é muito difícil de achar coisas coloridas em ambientes nórdicos.

É claro que o uso do branco em praticamente tudo, também ajuda bastante a unificar os ambientes de estar e de dormir, que são separados apenas por uma cortina. Fica tudo mais harmônico e pertencendo a um “todo” só. É também o caso do corredor, que acumula também a função de closet, uma ótima ideia para quem tem pouco espaço.

A cozinha também acumula funções já que o computador se encontra lá e claro a mesa de jantar. Gosto muito dessa estética de cozinha sem armários superiores, mas reconheço também que é tão difícil de alcançar, é tanta coisa pra guardar. Mas é legal perceber o aproveitamento de cada espacinho disponível, como na mesinha de jantar que já é bem pequena, mas ainda assim tem umas gavetinhas laterais, que devem salvar na hora de guardar algumas coisinhas.



É interessante também reparar que muitos itens da casa são elementos clássicos do design, como é o caso da cadeira Arne Jacobsen, do pendurador Muuto dots, do criado mudo Kartel Componibili e das luminárias Normann Copenhagen. O que é um ótimo artifício quando se está no momento da vida que falei acima, já que esses elementos não são ícones de design à toa, eles são como os tubinhos pretos da moda. Então se é para comprar algo, que sejam objetos que provavelmente combinarão em qualquer lugar que você vá.

É isso pessoal, espero que tenham gostado e se inspirado.
Beijos, até a próxima!

Tem em Manaus #1 MUSA, Museu da Amazônia

Em 01.07.2015   Arquivado em Manaus, Pessoal, Viagem

Logo que soube que iria morar em Manaus, comecei a pesquisar loucamente sobre o lugar e especialmente as coisa que teria para conhecer daqui. O que tem de lazer? O que eu faria nos finais de semana, quais os passeios imperdíveis? E os restaurantes? E tudo mais que se procura quando se vai morar num lugar até então desconhecido, pelo menos para mim.

Acontece que acabei não achando muitas coisas, mais pessoais, digamos assim. É claro que achava coisas no tripadvisor e em sites de turismo e tal, mas ainda assim queria ter uma opinião mais pessoal, de gente como eu, ou de gente do lugar, que tivesse aquela dica esperta que só quem conhece tem.

Longe de mim de ser ‘A’ solução para as dicas de Manaus, até porque não conheço todas as coisas daqui, mas resolvi ir postando aqui o que tenho visto e o que venho conhecendo, que poderá ser útil a quem quiser conhecer um pouquinho mais desse pedacinho especial do Brasil.

MUSA, Museu da Amazônia

Vou começar por um dos lugares que mais gosto daqui: o Museu da Amazônia (MUSA). Que para quem é daqui conhece como o antigo Jardim Botânico de Manaus, uma reserva de 100 hectares de floresta nativa, onde desde 2009, vem sendo administrado pelo museu, onde também acontecem diversas pesquisas, palestras, entre outros eventos de educação.

As três principais atividades turísticas do local são as exposições, as trilhas e a torre de observação. As visitas são sempre acompanhadas de um guia, o que deixa tudo mais interativo, sendo além de passeio, um lugar de conhecimento e educação. Já fui lá duas vezes e peguei guias diferentes, mas a sensação que tive é que todos gostavam muito daquilo, e explicavam com toda a disponibilidade do universo. Além disso o lugar parece ser muito organizado, e que todos ali estão trabalhando para melhorar o espaço a cada dia. Pode ser uma bobeira, mas eles me passaram muito essa sensação.

A Torre de Observação

A torre para mim é o mais legal de todo o museu, se for ao MUSA, tem que ir na torre.  Ela tem 42 metros de altura, mas a subida é muito tranquila, é basicamente uma escadaria. Ainda assim há paradas para descansar em três níveis diferentes, sendo o último, a parada final com a vista. No dia que eu fui, havia no grupo desde crianças até pessoas mais idosas. Ver aquele “mar” de árvores a perder de vista lá de cima, e ficar acima do nível daquelas que do chão pareciam gigantescas é recompensador.
primeiro nível de parada, ainda abaixo das árvores

Segundo nível de parada, já na altura das copas de árvore mais altas


nível final, já bem acima das copas das árvores

As saídas para a torre saem de hora em hora em dias normais e de 40 min. em 40 min. nos sábados, domingos e feriados. Também é feito com guia, limitando-se a 15 pessoas por grupo, podendo ser cancelado em caso de chuva ou mau tempo.

Agora eles estão abrindo a possibilidade de poder ver o nascer ou o pôr do sol, na torre também. Mas é necessário ter um grupo de 8 pessoas e agendar com antecedência, pois é fora do horário de expediente do parque. E nesse caso há um preço diferenciado mas agora não lembro mais o valor em si, mas não era nada exorbitante.

As trilhas

Existem diversas trilhas, onde cada uma pode abranger uma exposição ou uma visita diferente. Ao longo das trilhas há paradas, para explicação de algumas coisas que vamos encontrando no percurso. Além disso existem algumas tendas de exposições fixas no meio das trilhas. Independente do percurso que será feito no dia, com certeza sera muito rico em conhecimento.

Na trilha que eu fiz, que acho que era o maior percurso que havia, a primeira parada é no lago verde com vitórias régias, onde foi explicado um pouco sobre a formação das vitórias régias e a natureza delas. Além disso havia frutos de urucum, e a guia aproveitou para explicar um pouco desse fruto que é muito utilizado nas pinturas corporais dos índios.


Lago verde das vitórias régias

O urucum e o pigmento que sai das sementes

Depois partimos para algumas explicações na floresta durante o percurso. A que eu mais gostei foi uma explicação sobre o Breu Branco, que é uma árvore bem fininha, que passaria facilmente despercebida, mas quando se raspa o tronco dela sai um pózinho e um óleo muuuuuito cheiroso, que é usado de matéria prima para muitos produtos da Natura.

Paramos depois em duas tendas de exposições fixas na floresta, uma sobre métodos de caça indígena, que é uma verdadeira engenharia, misturada com arte. É bizarro o que eles conseguem fazer com um cipó, mas também exige muito trabalho e paciência. E a outra exposição foi sobre peixes, sapos e musgos da amazônia, também muito enriquecedora.
Por fim, seguimos para o serpentário, onde havia acho que 3 espécies diferentes em exposição.


Serpentário


uma aranha que estava perto da exposição ‘Peixe e gente’, na floresta. Ela “mora” nessa planta, pois da primeira vez que fiz esse passeio ela estava exatamente no mesmo lugar, só que menor :O


Mini sapinho que encontramos já fora da área de trilha. Coloquei minha mão perto para comparar o tamanho. Ele é muito mini mesmo!

É um passeio muito rico, que vale muito a pena, com certeza. Como os passeios da torre e das trilhas são independentes, se você quiser fazer os dois terá que esperar dois horários diferentes, então reserve pelo menos uma tarde inteira para visitar o MUSA. Há uma lanchonete lá também, entre outras exposições fora das trilhas e um orquidário. Ou seja, um passeio super completo, se vier a Manaus não deixe de conhecer o Museu da Amazônia.

Informações sobre o M.U.S.A.

Endereço: Av. Margarita (antiga uirapuru), sem número, bairro Cidade de Deus.
Funcionamento: Terça a Domingo, das 9h às 17h (o portão de entrada fecha às 16h)
Ingresso (visitas guiadas, esposições e trilhas): Terça-feira: Grátis (exceto feriado), Quarta a sexta: R$ 8,00 a inteira, Sábado, domingo e feriados: R$ 10,00 inteira.
Ingresso + Subida na torre: Terça-feira: R$ 16,00 a inteira, quarta a sexta: R$ 24,00 a inteira, sábado, domingo e feriados: R$30,00 a inteira.

Para mais informações o site deles é www.museudaamazonia.org.br/

* Se você chegou até aqui buscando informações ou dicas mais pessoais sobre Manaus, indico alguns blogs que já me ajudaram com isso:
O El Dorado é aqui e o Descobrindo o Amazonas, que me parecem ser do mesmo administrador, tem catalogado muitos lugares de Manaus e municípios próximos. Dependendo do lugar tem explicações e dicas, alguns são bem completos, outros nem tanto. Mas é um ótimo lugar pra descobrir algum lugar e ser ponto de partida para uma pesquisa mais aprofundada.

E o blog da Katia Glaisa, que mora em Manaus e tem uma tag conhecendo a Amazônia. Tenho gostado muito dos posts dela, são bem explicativos e sempre com aquelas dicas que a gente gosta. O foco dela vai além de Manaus, então vira e mexe tem dicas do Pará também.

É isso pessoal, espero que tenham gostado e se inspirado a conhecer Manaus também.
Beijos, até a próxima!

 

Reciclagem e decoração

Em 29.06.2015   Arquivado em Como usar, Interiores

Uma tendência crescente não só na arquitetura e design, mas também em todo o mundo é a sustentabilidade ser levada em consideração em qualquer atitude. Diversos designers e arquitetos já incorporaram essa questão em seus projetos. Algumas pequenas modificações na decoração de sua casa podem ser feitas por você.

Confira algumas dicas de reciclagem e decoração juntas

A primeira dica é faça um garimpo em antiquários, brechós e casa de familiares. Muitos tesouros da decoração estão escondidos nesses lugares. Um belo exemplo são os baús antigos, eles são ótimos para organizar e decorar um espaço. Caso ele seja muito velho, vale uma reforma com verniz, tinta ou alguma estampa para encapar externamente. Decore com seu estilo e não descarte uma preciosidade dessas.

Nesses lugares, você pode encontrar móveis incríveis. Não deixe de visitar bazares simples, lá os preços são mais em conta e você pode encontrar peças antigas muito estilosas. Para dar um charme na decoração de sua casa, pinte seus objetos. O ar retrô deixará tudo mais alegre e personalizado.

Estar sempre atento ajuda a encontrar peças, que podem ser tranquilamente utilizadas. Para as prateleiras há várias oportunidades de unir reciclagem e decoração. Uma delas é utilizar tábuas de madeiras que seriam descartadas em construções. Basta lixá-las e passar um verniz com cuidado. Depois prenda as mãos francesas na madeira e na parede. Fica charmoso e sustentável.

Uma forma bem elegante de unir reciclagem e decoração é utilizando papel de jornal. Além de ser bem terapêutico, você tem uma infinidade de opções. Uma prateleira de jornal é bastante sustentável e dar um ar bem rústico ao ambiente. Ao contrário do que parece, esse tipo de móvel pode ser bem resistente se for feito com cuidado.

Por fim, item que é um importante aliado na reciclagem e decoração são os pallets, eles são versáteis e resistentes. São capazes de deixar o ambiente rústico e natural. Você pode transformá-lo em balanços, mesas, sofás e camas. Com um pouco de criatividade e mão na massa.

Texto cedido pela Bianca Alvarenga da equipe Viva Decora – Decoração

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